terça-feira, 12 de novembro de 2013

Modelo de Cor

Para os sistemas gráficos reproduzirem as cores é necessário criarem-se modelos que as representem, tendo em conta a natureza do olho humano, da luz e da cor.
 
O objetivo é oferecer a especificação de cores duma forma standard, utilizando um sistema de coordenadas na qual a cor é representada por um ponto.
 
Fornecem métodos que permitem especificar uma determinada cor. Por outro lado, quando se utiliza um sistema de coordenadas para determinar os componentes do modelo de cor, está-se a criar o seu espaço de cor. Neste espaço cada cor representa uma cor diferente.
 
Há dois tipos de modelos:
 
Modelo aditivo: é a ausência de luz ou de cor corresponde à cor preta, enquanto que a mistura dos comprimentos de onda ou das cores vermelha (Red), verde (Green) e azul (Blue) indicam a presença da luz ou a cor branca.
 
 


Modelo subtrativo: é a mistura de cores cria uma cor mais escura, porque são absorvidos mais comprimentos de onda, subtraindo-os à luz. A ausência de cor corresponde ao branco e significa que nenhum comprimento de onda é absorvido, mas sim todos refletidos.
 
 
 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Cor

Presente em tudo o que observamos, desempenhando um papel essencial na perceção dos objetos através da presença da luz.
Confere realismo às imagens e às cenas visualizadas pois quanto maior for a fidelidade da reprodução da cor maior será o realismo e a naturalidade dos resultados observados.
 
 
Forma como é feita a Interpretação das cores pelo cérebro humano:
 
Está associado à perceção, pelo sistema de visão do ser humano, da luz emitida, difundida ou refletida pelos objetos, sendo considerada um atributo dos mesmos.
 
Forma como é feita a Interpretação das cores pelo cérebro humano:
 
A interpretação das cores é feita pelo cérebro humano depois de a luz atravessar a íris e ser projetada na retina.
Os olhos são os sensores de toda a visão e esta pode ser do tipo:
  • Escotópica: assegurada por um único tipo de bastonetes (células do olho humano que têm a capacidade de reconhecer a luminosidade) existentes na retina. Estes são sensíveis ao brilho e não detetam cor. Isto quer dizer que são sensíveis a alterações de luminosidade, mas não aos comprimentos de onda da luz visível.  
 
  • Fotópica: assegurada por um conjunto de três tipos diferentes de cones (células do olho humano que têm a capacidade de reconhecer as cores) existentes na retina. Estes são sensíveis à cor e, portanto, aos comprimentos de onda da luz visível. O número de cones da retina distribuem-se da seguinte forma: 64% são do tipo vermelho (Red), 32% do tipo verde (Green) e 2% do tipo azul (Blue).


“Uma imagem vale mais do que 1000 palavras”

Esta afirmação remete-nos para a importância da imagem perante as palavras, ou seja, ao observarmos diversas imagens, estas podem ter um impacto maior do que apenas palavras.
A imagem transmite-nos mais sensações ao observa-las do que ouvirmos alguém a falar, tendo assim a imagem muito mais intensidade para as pessoas.
 
 

Imagem

Iniciámos uma nova unidade programática que é a Imagem, enquadrada na unidade principal Multimédia.
 
Imagem:
 
É uma figura, representação, semelhança ou aparência de algo.
Representação visual de um objeto através de técnicas da fotografia, da pintura, do desenho e do vídeo.
 
Utilização das imagens digitais:

As imagens digitais têm aplicações tanto nos campos comercial e industrial como nos campos científico, pedagógico e lúdico. Podem ser impressas em revistas, jornais, textos e livros, gravadas em suportes físicos, editadas e manipuladas com a ajuda de programas informáticos e transmitidas pelas redes informáticas.

 
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Nuvem de Palavras

Há diversas formas para criar nuvens de palavras. Exploramos o Tagxedo:
 
 
 

Fonte Bitmapped e Fonte Escalada

Fonte Bitmapped:

Courier

É uma fonte tipográfica monoespaçada, com serifa egípcia, projetada para assemelhar a saída de uma batida de máquina de escrever. A tipografia foi projetada por Howard "Bud" Kettler em 1955.

Variantes: courier new e courier standard.

 
Fonte Escalada:
 
Times New Roman

É uma família tipográfica  serifada criada em 1931 para uso do jornal inglês The Times of London. Hoje é considerada um dos tipos mais conhecidos e utilizados ao redor do mundo (em parte por ser a fonte padrão em diversos processadores de texto). O seu nome faz referência ao jornal (Times) e também a uma releitura das antigas tipografias clássicas (new roman).
Os desenhos originais foram feitos por Victor Lardent, sob a supervisão de Stanley Morison, no próprio jornal The Times. A fonte então passou por um extenso período de aperfeiçoamento e revisão no escritório da Monotype, uma empresa especializada no desenho de tipos.

 
 


 
Bibliografia:


Tipo de Média TEXTO

Fonte Tipográfica (Tipo de Letra)
 
Conjuntos de carateres que podem corresponder a letras, números ou símbolos.
São armazenadas em ficheiros de fontes, onde são descritas as suas características físicas, ou seja, como vão ser visualizadas no ecrã e impressas.
Identificadas por nomes e classificadas segundo determinadas famílias.


Há duas famílias no tipo de letra:
  • Helvética (Arial) que faz parte da família das fontes sem serifa.
  • Times que representa a família das fontes com serifa.



Tipos de Fontes:

Bitmapped:

•São guardadas como uma matiz de pixéis e, por conseguinte, ao serem ampliadas, perdem qualidade;

• Concebidas com uma resolução e um tamanho específicos para uma impressora específica, não podendo ser escaladas.

•As cinco fontes bitmapped são: courier, MS Sans Serif, Small e Symbol.
 
 
Escaladas:
 
• São definidas matematicamente e podem ser interpretadas (rendering) para qualquer tamanho que forem requisitadas;
• Contêm informação para construir os seus contornos através de linhas e curvas que são preenchidas para representarem um aspeto sólido de formas contínuas;
• Podem ser ampliadas sem perder a qualidade das suas formas.
• Fontes escaladas: Type 1, TrueType e OpenType